1 -Por causa de um comentário no Gicult quando um internauta a titulo de criticar a Cultua de Jequié, aliás menosprezar nossa cultura de ricas personagens aqui nascidas e que transcenderam nossas fronteiras nas letras, como Wally e Jorge Salomão, Emerson Pinto, Vera Lucia Martins, Humbertinho Marioti, Pacifico Ribeiro, Natur de Assis, Wlson Novais e em outras tantas artes como pintura e escultura, artezanatos: Dicinho, Edinizio e muitos mais. É realmente não conhecer a história de Jequié, ou má vontade mesmo. E aí me pisa no calo.
Da serie: “Amor por JEQUIÉ, acima de tudo”.
Na modéstia de um jequieense amante inveterado dessa linda e acolhedora Senhora por quem, – mesmo sem os títulos que poderiam quem sabe como, me outorgar prestigio - serei um incorrigível combatente na exaltação da sua figura de cidade “quente” de AMÔR sem escolhas.
Ela sabe, e sempre que possível lhe tenho assegurado, que do seu passado, só não quero avivar na memória o que não contribuiu para sua grandeza, embora faça parte sim, da sua história. E é um indutor de correção. Aliás, isso não é um privilégio meu, é com certeza de quem pensa.
Mas o de bom que nele, se produziu, ah! esquecer, jamais. É lembrar, sempre.
Quem não exercita a memória e dela não faz uso, contribui para se esquecer a história. Então não exagero se disser que sem memória não tem história.
E tu querida Senhora, tens histórias lindas, nas lembranças dos teus filhos ilustres e dos que por ti, derramaram suor e lágrimas, mesmo vindo de outras paragens.
Mas não fiques triste minha Senhora. No hoje da tua historia frutificam filhos teus, ricos de inteligência como ontem, e capazes, dispostos a servir-te na simplicidade dos que amam com AMÔR, sem afetação.
Como diz Voltaire: “Amar com a segurança da inocência”.
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2 -Tambem no Gicult um texto de Rosely Sayão a respeito das mudanças de convivencia de pais separados e criam seus filhos, sozinhos. E ela pode verificar agora no peiodo de ferias. Mas pondera que, apesar das mudanças as crianças ainda sofrem com a separação. E admite que está faltando maturidade para se casar, ter filhos e principalmente se separar. Achei interessante e voce pode acompanhar no blog do Gicult de hoje.
Muito bom este texto. Sem “emocionalismo do partidarismo”. Quem tem razão? Quem é melhor ou pior? Sobretudo há um grande defeito de gente palpiteira dos dramas alheios, mesmo sem ter dormido na mesma cama. E toma partido. Fica, do lado da mãe ou do lado do pai, pronto. Nunca teve tempo para pensar no “fruto” dos dois: a criança. O mais atingido, principalmente quando começa a pensar.
Hoje em função de tantos avanços precisamos, urgentemente reagir a essa banalização modernista de querer achar a Família um “elo perdido”.
Não me parece fora de propósito a afirmativa de Rosely, que muita coisa tem a ver com “maturidade”. Aliás, não é uma coisa nova, só que hoje, tem muito “achismo no modernismo”. E tudo em nome dos avanços da sociedade. A valorização do matrimonio “indissolúvel” hoje, só pros retrogrados, dizem, é coisa da bíblia, ficou pra trás. Deus não evoluiu, isso era pro tempo D’Ele, os tempos são outros. É o progresso, ELE tem que se adaptar, “bicho”. É muita pretensão corrigir DEUS. Não sei quando se vai descobrir, aliás aceitar que tudo passa, sim, só ELE é eterno e imutável.
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3 -Agora, devem ter lido e mais que isto, viram uma foto do Ministro da Defesa do Brasil Nelson Jobim em fardamento militar de campanha indo para o Haiti. Aliás anteriormente com o mesmo traje, deixou-se fotografar altaneiro segurando a cabeça de uma “ cobra” Sucuri. (Não sei se morta, não vi o páu)
Não sei, me parece que o cargo de Ministro deve ser exercido por um civil, pelo menos foi assim que aprendemos.
Não bastasse a tragédia que se abateu sobre o povo do Haiti, que pelo seu sofrimento consome lágrimas do mundo inteiro, tivemos que assistir à trágica aparição do ministro da Defesa Nelson Jobim paramentado como se esse fosse o traje costumeiro de sua vida de “militar”. (?)
Será esse o consolo midiatico do seu “sonho de consumo”. Ridículo, não?