Publicado por: wilsonsenhorinho | 26 04 09

Pra não perder a Razâo

Posso estar enganado, mas sinto que minha razão (regra das ações) me aponta para uma proposta inteligente do dirigente deste Blog, o Gildasio, quando apresenta alguns temas para debate, vinculados na sua maior parte, com a intenção de integrar grupos de pessoas “pensantes”, na exposição dos seus pontos de vista nos mais variados aspectos da vida administrativa da cidade. Tudo que se produza em beneficio do seu povo. Seria, a meu ver, um debate plural, civilizado. Um jogo sem derrotados, no mínimo até que empatasse, mas sem perdedores. Nunca. Desse debate, quem sabe, surgido da inteligência dos críticos, ter-se-ia um panorama racional e prioritário, próprio dos que dizem amar esta terra, que seria condensado pelo Gicult e encaminhado á administração municipal como uma colaboração dos internautas para estudo de sua viabilização. Mas, pelo que vejo, Gildasio tem tido dificuldades em se fazer entender. Quase sempre, o que se observa, é um desfile de criticas, até de cunho pessoal. Desrespeitosas que até não acredito que sejam propositais, talvez ocorra pela inconsistência para não dizer inconseqüência, no uso do vocábulo apropriado. E por isso ataques á integridade, á moral de pessoas com um passado de retidão, que enobrece o presente e é orgulho para uma família construída, bem alicerçada e que se alimenta de testemunhos. É fundamental que se tenha o zelo e cuidado em não misturar as coisas.  Saber distinguir e também conviver com as diferenças político partidárias entre pessoas. A democracia é o conviver dos contrários. Nisso reside sua beleza e seu sustento. Fora daí, é a ditadura, o regime e mando do partido único. Quem dela experimentou, conhece. Discuta-se a ação política do político. Divergir dele. Discordar dele.  A recíproca é inerente a essa ação. Também àquele que você combate lhe é assegurado o direito de combater, de discordar. Ninguém é dono da verdade, e na política então! Cuidado com os arroubos e destempero que, inconseqüentes, maculam reputações do correto cidadão comum, embora político. Nada mais trágico do que falar do que não se pode provar: “estas famílias são as mesmas (sic) que se LOCUPLETARAM ao longo dos últimos 50 anos”… – “quem se beneficiou mais os Borges e Lomantos que estiveram no poder em Jequié, ou…”

LOCUPLETAR: tornar rico- enriquecer-se- saciar-se-

MALFEITOR: aquele que comete crimes ou atos condenáveis – facínora- grande criminoso- celerado-(adj . malfazejo)

Posso até “não ser ninguém” (de expressão) mas existo como gente, filho desta terra, com mais de meio século da vida desta cidade, e NEGO que a historia desta “SENHORA” (Jequié) registre em suas folhas ou apêndice, qualquer BO de  ”incriminação”ou  como “facínora” de terem “enriquecidos” à custa do poder publico atribuído as famílias “Borges” e “Lomantos”. Se ricos e independentes agradeçam ao legado de seus antepassados.

 Muitas vezes a “cara” nem sempre reflete a vergonha, de mais valia é a conduta o exemplo e testemunho. Tem cara de muitos que pode até brilhar, porque é de “pau”.

No inicio falei na razão. Todos temos a razão. Agora, o problema é que “nem sempre a razão triunfa das paixões”. A razão é intuitiva, não deve confundir-se com o raciocínio que é discursivo.

PS-Comentario em resposta a um texto de um internauta no Blog- GICULT, opinando sobre a postura  das “familias Borges e Lomantos”, na história de Jequié.


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