Hoje (quarta-feira), assistindo o jornal bom dia |Brasil fiquei estarrecido com o comentarista global, Alexandre Garcia. Naquela sua pose de rei de Inglaterra, quando está mais para rei momo de carnaval mambembe, tentando justificar a atitude criminosa da Colômbia que invadiu território equatoriano, apenas para contradizer o presidente Lula que, consciente e lúcido, disse que “o caso concreto do conflito é que a Colômbia violou a soberania territorial do Equador”. E não foi isso que ocorreu? Mas o global se pergunta, para entender, se o Equador antes, não teria desrespeitado a Colômbia, ao abrigar um grupo armado e deveria pedir, também, desculpas por isso. Ele faz parte daquele tipo que “não está nem a favor, nem contra, muito pelo contrário”. Então o negocio, é só pedir desculpas e pronto. PODE INVADIR. Aliás, essa realmente é a sugestão do porta voz da Globo, pois segue afirmando com uma perola produzida por uma mente belicista que –“a Colômbia parou de se enganar que só poderia combater as Farcs, SÓ dentro do seu território”. Beleza, pelo dito, na perseguição aos guerrilheiros, devemos, o Brasil e Lula, principalmente, se invadirem nossa soberania territorial, nos sentir “honrado” com um pedido de desculpas colombianas. E sabem por quê? Olhe só outra perola regressista, conformista e desculpista(?) Alexandrina Garciniana –“afinal foi nela que os americanos se basearam para combater (invadir) os talibãs no distante Afeganistão”. Pronto, ponto final; Ah, ele se esqueceu de exemplificar o Iraque. Imagino a alegria e sorriso aberto do Alexandre (o pequeno) se nossa invasão for americana, do norte. x-x-x-x-x-x-x-x-x-x-x-x-x-x-x-x-x-x-x-x-x-x-x-x-x-x-x-x- NOVA ATIVIDADE PROFISSIONAL Está surgindo agora nesta cidade, uma nova atividade profissional ainda não registrada para efeito de Imposto de renda. Você já reparou que em qualquer ponto que você estacione seu carro na cidade, há sempre um flanelinha, guardador á sua espera? Você tem que incluir no rol de despesas fixas no seu orçamento, a gorjeta. Não falo por mesquinhez, mas por conta fácil de fazer.Quando você tem, por força da sua profissão de vendedor ou representante comercial que fazer no seu percurso de “visitas”, diversas paradas, em lugares mais variados, lá vai gorjeta, e quando não a dá? Ás vezes você estaciona apenas para comprar uma caixa de fósforos ou outro artigo de valor ínfimo e tem que ao sair, “gojetar”, o fósforo sai caro. Nos supermercados então, se dão ao luxo se “guardar” vagas para os seus clientes selecionados. Outro dia, no Cardosão, quase atropelo um que inesperadamente saiu para impedir que estacionasse, porque a vaga já estava “prometida”, e o cliente apontara lá na curva do INSS. O certo é que essa nova figura “trabalhista” prolifera em Jequié, em todos os pontos onde possa se estacionar um automóvel. Hein? Não, Vitória da Conquista, me disseram, não tem não. Lá, é zona azul. Lá tem prefeitura, é? Ah sim.
e gratificante saber que pessoas como o senhor tem o discernimento e a coragem de escrever palavras tão verdadeiras e afirmativas, e, só com a verdade e sem temer a nada e ninguem é que mudaremos a história do nosso municipio, e recuperaremos a memoria do nosso tão sofrido e enganado povo.
vou a partir de hoje buscar nestas palavras um norte para minha nova caminhada, com o pensamento reto e a certza de que vele a pena ter carater e seriedade para tratar das coisas publicas.
que DEUS continue iluminando esta mente brilhante.
abraços
Junior Lopes.
Por: junior lopes em 22 03 08
às 3:18 am
Amigo/ Wilson Senhorinho
Meus parabéns pelo Blog, somente a Net fez eu lhe encontrar.
Acesse..www.itiubense.kit.net
http://www.paralerepensar.com.br/valmir.htm
Trata-se de minha página de poemas de minha autoria. A anterior são contos da minha juventude e vários amigos.
Meu abraço
Valmir Simões
Por: Valmir Simões de Carvalho em 13 04 08
às 2:24 am
A praga dos “flanelinhas” é uma das insuportáveis vindas inerentes ao crescimento de uma cidade. O grande desafio é o aumento da população com a devida formação de mão-de-obra visando colocação no mercado de trabalho ou mesmo no empreendorismo. Como, a exemplo de minha cidade, falta planejamento e o pior, sabedoria dos dirigentes, somos obrigados a conviver com esta aberração.
Não é o caso de mesquinhez, mas os cabras, de trocado em trocado, fazem muito mais do que muito trabalhador devidamente registrado no MTE.
Forte abraço
Paulinho Britto
Por: Paulinho Britto em 15 07 08
às 2:50 pm