Publicado por: wilsonsenhorinho | 25 10 09

Um papo com a senhora JEQUIÉ

Acredito que foi por conseqüência da festa de aniversário, mas o certo é que sonhei entrevistando a linda senhora JEQUIÉ, nos seus 112 aninhos.

 

EU – Olá, que feliz encontro. Pelo tempo percebo que continuas bela. Nunca perdes esse invejado tisnado. Também pudera, com o “teu” sol que se haveria de querer?

ELA- Também não mudastes muito.

EU-  Que é isso?

ELA- O tempo passa amigo, a vida então pra ti um dia acaba. Pra mim não acaba nunca. A cada quatro anos, é sempre a mesma conversa, sabe. E o interessante é que o discurso invariavelmente, é o mesmo, depende dos postulantes.  Quem xingou ontem é o xingado de hoje e vice-versa.  É uma verdadeira vira folhagem. Trabalho de “ancinho” mistura como se fosse limpar, quatro anos depois, ou antes, mesmo, junta tudo de novo. E eu na onda, e o povo atrás. E as desculpas pela mudança? Dignas de um tratado Bufão.   E eu pombas, é que estou decadente.

EU- e isso te aborrece e…

ELA – não, não é que aborreça, tenho que entender que a engenharia política (artimanha) do homem, modula de acordo com seus segredos, suas querências, suas preferências, seus nomes nas “folhas”, mas sabes, é sempre assim em todo lugar…

EU- … como assim?

ELA- … e não é mesmo? É “um por um” e “um por um”. Depende do guru político de cada um. Tem gente que fica no pega x larga. Um dia é do pega outro dia é do larga. Depende do flutuar do poder e se seu guru é do poder.  Tem gente que pensa que ser independente, é xingar, é agredir, é denegrir o adversário. Até gente nova, que não viveu o passado, não conhece a história age assim. Olha amigo, é mais discurso do que razão.

EU – Não seria então porque te amam que tanto se agridem?

ELA-… é mais ou menos isso, mas não é tudo, é que tem muito pau mandado na história, e para despistar, escrevem tanta besteira e errado que dá dó. E utilizam a internete economizando telefone, e, no “anonimato” se realizam na distribuição de improdutivos insultos.

EU – Quanto à decadência, não será só porque se cobra o “já teve” e…

ELA – … é pode ser. Você bem pode falar, afinal tens 2/3 dos meus 112 anos. Reclamam de cinema, lá Cine Jequié, o Bonfim, o Auditorium, que alegam incúria dos homens e culpam-me hoje de nenhum existir, como cidade tão importante.  Ora, e Salvador, que foi capital do Brasil, onde o Tupy, o Guarany, o Jandaia, o Excelsior, o Liceu, que houve?

EU- mas tem nos shoppings. Tinham os custos de grandes casas. Dava prejuízo.

ELA – É, e porque não continuaram, mesmo com prejuízo, como estão fazendo os empresários de Jequié, que estão investindo nas suas lojas. Além daquelas empresas de nível nacional que pra cá vieram como A Insinuante, Lojas Maia (duas), um conjunto de cinco grandes Magazines na área do antigo edifício Grilo (que saudade) junto ao belo e sofisticado Empório Pereira; supermercados nos bairros, um novo, o Jambo a inaugurar no Jequiezinho; a Ricardo elétrico, Ponto Frio, Guaibim, Eletroson, Fenícia e tantos outros e todos se lixando para o lucro. Devem ter um coração grande e uma visão capitalista generosa.  Já que os governantes nunca nada fizeram e nem fazem, e, dizem, só tiraram proveito. E os hotéis? Lá O joly, o Comercial (Quinata), Sulamericano, Pensão D.Zizi, e agora o Itajubá, Rio Branco, S. Remo, D. Biza, Bizon e outros mais. No futebol foi por solidariedade com Itabuna, Ilhéus, e Salvador do Leonico, Botafogo, Ipiranga, Guarani e outros, aí, também dei baixa na ADJ. Até comentam que estou “diminuindo” sabe? Insondável mistério.

EU –  Mas teus filhos verdadeiros te amam minha Senhora, acreditam em ti e vão continuar sem o apelo ao raciocínio discursivo que só alimenta preconceitos.  Mas, e teu cotidiano na convivência com aqueles escolhidos pelo povo para dirigir teu destino?  

ELA –  Ah! Essa gente. Esse povo. Vais divulgar essa entrevista?

EU – Pretendo!

ELA – É pra contar tudo mesmo? Guardas segredo?

EU – Sem dúvida.

ELA – Então lá vai, e vou dar os nomessssssssssssssssssssssssssssss…

 

Assustado, percebi, foi um SONHO.  Minha sorte. Escapei de um pesadelo.

 

 

         

 

                                               Sonho mesmo de: Wilson Senhorinho

 

Publicado por: wilsonsenhorinho | 12 10 09

FALANDO DE PUREZA

 

 No site “Gicult” de hoje há um texto de uma entrevista de Isto É , edição -2082, do filosofo escocês  Carl Honoré. Ali o filosofo manifesta sua preocupação sobre  a postura da sociedade conteporanea, que sendo competitiva transformou a infancia em uma fase de stress, comparavel á da vida adulta.

Sem “filosofar”, resolvi expor meu ponto de vista, amparado na petulancia de um leigo.

Lá vai.

 

Concordo plenamente com a avaliação do filosofo, sobretudo quando diz que não erram os pais encorajando o talento do filho “mas”, (alerta)  sem colocá-lo sob pressão para consecução do objetivo.

Nisso é que corre o perigo. O que se vê, pelo menos eu, é uma tentativa de realização nos filhos, de frustrações ocorridas na vida de muitos pais que se viram derrotados nos seus intentos ou projetos. E querem a todo custo, escolher para o filho, aquilo que, escolhido para ele, ficou no sonho ou desejos irrealizados.

Por isso mesmo, quantas “vocações” distorcidas. E quantos com “pendores escolhidos” tiveram que seguir outros caminhos que não de sua formatura, do “seu” diploma.

No caso das meninas então! Basta assistir a TV. Se há desfiles então, quanta caricaturização das inocentes crianças, produzidas ao gosto e sabor das mães, como se nelas projetassem seus sonhos adormecidos. Quanta bailarina frustrada. Realmente, é preciso acordar e cuidar para a afirmativa do filosofo:

” Focar logo cedo em algo leva ao perigo de se fechar para outras opções,… limitando os horizontes da criança… que  deveria estar aberta para um mundo de possibilidades”.  E fulmina que uma criança não é um projeto que se modula ao gosto do “dono”.  A vida de cada pessoa deve ter a liberdade de ser protagonista dos seus próprios sonhos e desejos.

É ou não é verdade. Tem criança que não sobra tempo para brincar. Além do periodo da escola, se obriga a ter seu tempo administrado pelos pais, para atender a grande demanda de atividades. Cursos de : inglês/espanhol, natação, tenis, judô,balé, dança,  musica (canto,piano,violino,violão) e por aí vai.  Muitos brinquedos, na maioria,  ficam expostos nas prateleiras, desolados . 

 

 

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Tambem traz um texto afirmando que:

“Jequié perde com feriado prolongado” .  E no corpo do texto, discorre da dificuldade de se mensurar, depois de uma caminhada pelo centro da cidade e ruas perifericas,  completamente vasias, por consequencia do feriado prolongado. Tão vasia que nem houve sessão da Camara de Vereadores.( Uma lástima, das maiores).  E pelo que diz, se permite admitir que o exodo e a fuga, se dá pela inexistencia de atrações e fatos que possam prender as pessoas, por cá.  E convoca, emprezarios e poder publico municipal ao planejamento de ações e atividades que impeçam a saida das gentes,  e,  por conseguinte o esvaziamento da cidade.   

Quero tambem, palpitar.

Pra não ir muito longe, Salvador, a cidade capital, como fica nesses ” feriadão” ?  E lá tem muito lazer e praia e futebol se incluso, um domingo no feriadão. Tem gente que busca o interior. E cada interior em sua maioria sem muita coisa de aparência a oferecer. Mas o que tem, agrega satisfação e prazer, por simplório que seja,  de  tão  rico pra quem busca. Recordo-me, de quantos domingos no passado, com amigos, como Dalvito, Cid Teixeira, Evandro Lopes, o “fabricante de dentadura” Michele, Perinho deslocávamos para Ipiaú, pra comer Pitu na barraca de madeira de beira de estrada, do preto  “ULIÇO”.  Era festa.
Sinceramente, não acho que seja fuga, mas muito mais “busca”.   Pode ser uma fuga,  saindo da rotina do cotidiano, para o “novo”. Imagine-se o quanto de gente deve sair de Feira de Santana, que se supõe oferecer mais opções que nós aqui e sendo tão próxima de Salvador. Eu acho que só não sai quem não pode. Até pra acampar debaixo duma barraca, com todo desconforto é máxima satisfação para alguns. A minha, por exemplo, nestes três dias, seria o saudável respirar do puro ar silvestre, mesmo dessa catinga ressequida, mas premiada pelo canto madrugador dos pássaros. Infelizmente minha companheira inseparável de 49 anos, “entrevou” a coluna. Daí…
Isto não impede que se crie novos espaços, para os que ficam e não buscam a “prainha”, o passeio de escuna na barragem, trilhas etc. e se distraiam com outras opções que sejam oferecidas.

 

Publicado por: wilsonsenhorinho | 03 09 09

MORRE EM BRASILIA- DORIVAL BORGES

Perde Jequié um grande e brilhante personagem da sua história. Cidadão correto, honesto e com marcante presença na sociedade de nossa terra, nas mais variadas áreas da comunidade.  Sempre coerente nas suas posições. Carismático, irradiava confiança e a todos conquistava com sua maneira educada no trato com as pessoas.

Uma bagagem cultural de fazer inveja. Bom de falar, bom de leitura, melhor de escrever. Recordo-me da sua coluna “Mosaico” no Sudoeste, jornal de Osvaldo Silva. Eram crônicas que sua inteligência embutia, sutilmente, nacos de ladrilhos coloridos, formadores do “mosaico”.  Num tempo, em que Jequié, faltava espaço para acolher tanta gente, boa na “pena da Parker” quanto na velha Ramington.

Concorreu para prefeito.  Aquele era o tempo das “favas contadas” e de uma tal “água do monte”.  Mas ai é outra historia.

Mudou-se sem ter conseguido dar mais um pouco de si mesmo.  Perdeu a cidade. Ganhou ele próprio, gerente e mais tarde diretor do Banco Nacional e o titulo de “Doutor”, formando-se em direito. Ganhou Brasília. Mais ganharam, quatro crianças pobres adotadas como filhos, a se juntarem aos cinco biológicos que tivera com d. Dulce. Que fosse um, já bastaria para confirmar um coração que se abre acolhedor. Meu pai, por conhecê-lo bem, contribuiu para que eu hoje pudesse, afirmar.

Do quanto o conheci, o reconheço, um bom cidadão.

 

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Para aproveitar o espaço,  um pouco de história,   já que aquí quem faz a censura sou eu.  A  parte de cima divulguei num blog de um jornalista.

Como vêm,   “asterisquei”  (?ui…)  favas contadas, e não preciso explicar o mote que é  de uso público,  mas  “aguas do monte”  é da lavra da politica de Jequié.

Naqueles tempos,  quem viveu e,  ainda respira,  sabe como era. Tinha de tudo.  Hoje se fala em caixa dois e compra de voto. Lá atrás,  tempo das cédulas individuais então,  o eleitor  (aquele !)  já saia de casa com o papelzinho (cedula) na  mão e a partir dali, ninguem trocava,  ( ai de quem se atrevesse)  era voto pronto  e  certo.  E se era da area rural, vaca nenhuma ia pro brejo. Por isso que os distritos, que eram mais rural que urbano, decidiam as eleições. Vencer,  na cidade,  tinha que ser  de montão,  ou, tendo  as benesses dos   “guardiões ” e caciques zeladores do    voto do eleitor “distrital” ou “povoadal” (vixi?),  senão aconteciam as tais, ” aguas do monte”. 

Rompidas as urnas, acontecia o tsumani.  As  caudalosas e astutas  aguas do monte, a tudo  encobria e com sobra.  Por um dever de justiça,   Conceição o  Zé,   sob o prodigio de uma memória,  ainda acordada,  vem em meu socorro e  confirma o autor do “mote”, o  Umberto Biondi. É isso aí, “aguas do monte”.

Desciam de Itagi (Pe Otacilio);  Florestal (Hildefór); Itaibó (Pedrão);  Aiquara (Horminio Vaz); Rio Branco/Itajurú (Leur e Juvenil Brito); Jitauna (Urbano 100 contos Almeida) onde se era possivel garantir quantos votos em cada urna, um candidato “simpático”  obteria.  Já o “antipático”,  coitado, tinha 100% de repúdio, era  ZERO, mesmo.

Passadas as eleições, reprezadas as aguas, quem ganhou, ganhou e quem perdeu, perdeu.  Era hora de se cumprirem a palavra, com o pagamento das apostas.  E todos juntos ficavam na expectativa da próxima.  Olhando lá prá trás,  e vivendo o hoje,  ainda não me convencí de mudança de estilo.

Aliás, não era tanta novidade na epoca. O escritor e cronista Humberto de Campos,  no presenteia no volume “Reminiscencias”  com a cronica  hilária: “As pilherias da democracia”, que eu gostaria  de partilhar só o enredo que a originou, de  um episodio comentado na imprensa paraense, de uma eleição. Narra Humberto de Campos:                                          Tendo recebido do seu chefe, que o é na capital, a cédula com que devia votar e  um vale  para almoçar em determinada pensão da cidade, um eleitor, sustentáculo da democracia, partícula da consciencia nacional,  meteu no bolso as duas papeletas e encaminhou-se para a secção eleitoral em que devia cumprir o seu direito de cidadão. Chegada sua vez, penetrou no gabinete secreto, enfiou no envelope uma das papeletas, entrgou-o à mesa, e saiu, rumo a pensão que lhe haviam antecipadamente indicado. Finda a refeição, chamou o gerente, e entregou-lhe a papeleta que lhe restava no bolso.  -

 - E o  valeNão trouxe o vale?- indagou o gerente. -   Não está aí? O senhor não está com ele na mão?                                                                    Não, senhor; isto não é  vale; isto é a cédula  para  o senhor votar. E o eleitor:  Se quiser, é esse mesmo. O outro papel eu botei no envelope e deixei guardado num baúzinho na sala das inleição.”  

O    texto continua com a opinião e dedução  do cronista.

       

 

 

Publicado por: wilsonsenhorinho | 27 08 09

Projeto Sudene

Hoje li no Gicult, um texto do Philipe Brito a respeito de um projeto da SUDENE para contemplar algumas capitais e cidades do nordeste, de rotas aéreas regionais. Inclusive com uma atenuante bem interessante, que é estabelecer um custo adicional de apenas 20% ao preço de um bilhete de ônibus intermunicipal ou estadual. Alguns municípios já estão contemplados. Jequié, NÂO.

Mas acho que não é motivo para desespero ou criticas de apaixonados “afilhados” políticos, que extravasam ódio e discursos vazios, contra os que não compõem seu cardápio partidário. Eu costumo dizer que tem gente que, além da má vontade, tem também “preguiça” de raciocinar. Quando não é alienado mesmo.

Não quero com isso, eximir a classe política e alguns políticos das criticas as mais severas possíveis, de pobreza de atuação parlamentar e de pleitos que favoreçam o povo. Mas, uma coisa é uma coisa, e outra coisa, é outra coisa. Entenderam? Nem eu.  

Mais do que concordar com o texto, gostaria de complementar e colaborar com Philipe. Realmente não devemos ficar, apenas, na cobrança e na dependência do poder publico ou de políticos, para consecução de alguns objetivos que favoreçam o desenvolvimento da cidade. Existem setores que são determinantes para que isso ocorra. Parece-me, não sei que não se resuma apenas na melhoria ou ampliação de um aeroporto, para que as empresas aéreas criem uma rota regular. Trata-se de uma atividade privada e comercial. É uma contabilidade que não se limita só ao beneficio, mas ligadíssima ao custo. É do regime capitalista.  Então.  Não seria o caso de os empresários de todos os setores da economia de Jequié se manifestar reivindicando a inclusão no projeto da SUDENE?  Pelas suas associações e sindicatos?  Hoje a cidade acolhe um grande numero de filiais de muitas empresas, a nível nacional inclusive, independente de outras que estão por vir. Com certeza diretores, administradores, promotores de vendas etc. estão em constantes visitas no acompanhamento das atividades dos negócios destas empresas. Seria um publico cativo desse transporte, tanto mais pela proposta da SUDENE no custo das passagens. Temos a UESB, com o curso hoje, de medicina. Deslocamento de professores, etc. 

Daí os benefícios se estenderiam a toda comunidade.

Fora disso, não serão apenas as boas e belas instalações de um aeroporto que encherão os olhos das companhias aéreas, se não tiver gente prá transportar. Tem que correr “dindim”.  Agora tem a palavra empresários e industriais e a sociedade civil, com seus clubes de serviço e conselho comunitário. Tem muito mais peso na reivindicação, do que político de “papo”. Ás vezes, bem ruim e, chato.   

 

           

 

Publicado por: wilsonsenhorinho | 16 08 09

Hoje deparei-me com um texto no Blog Gicult, onde costumo acompanhar uma variedade de  assuntos, inclusive na area da politica. Lá falava a respeito de uma manifestação  de algumas pessoas no plenario da Camara de Vereadores, com faixa e cartazes sugerindo  a deposição do prefeito Luiz Amaral.  Fico imaginando o que é , e quem  principalmente  está  por trás desse inglorio comando, que ainda consegue aglutinar pessoas  ingenuas e menosprezadas na sua inteligencia,  e se  entregam  ao papel   que, unicamente serve a quem  inconformado  com a perda do  ”poder”,  sonha  a ele  (poder), retornar. E, camuflados com vergonha do improvável,  já que sem respaldo da lei, usam como  escudo alguns, do povo.  

Não preciso declinar da minha posição política, pois todos já sabem por que nunca a neguei. No texto muito clássico e comedido, e não poderia ser diferente pela autoridade do seu autor, levou-me a reflexão de alguns pontos:

a) apenas decorridos 10 % do mandato;

b) Campanha publica pedindo saída;

c) manifestações com faixa e cartazes no plenário da Câmara;

d) sem que haja ainda, nenhuma prova de irregularidade na administração;

e) adesão de alguns populares a este movimento;                                                                                      

f) apoio silencioso de muitas pessoas.

Posso estar enganado, mas de comum, no registro de movimentos, do povo, qualquer que seja ele, o espaço ideal é a rua, sobretudo quando se trata de “defenestrar” uma autoridade, legalmente constituída (eleição) e com “apenas decorridos 10% do mandato” (alínea “a”). Mas no plenário da Câmara?  Só se a intenção da “adesão de alguns” ( alínea “e”) com o “apoio silencioso de muitas pessoas” (alínea “f”) seja pressionar vereadores(?)  para votar o impedimento do prefeito. Mesmo que “não haja ainda, nenhuma prova de irregularidade na administração” (alínea “d”).

Ora, “alguns” não é maioria. Depois, “apoio silencioso de muitas pessoas” é de quem, não tendo certeza, sugere, no mínimo oportunismo, ou “saudade”.

.x-x-x-x-x-x-x-x-x-x-x-x-x-x-x-x-x-x-x-x-x-x-x-x-x-x-x-x-x-x-x-x-x 

Como é possivel comentar o texto, eu fiz o meu, como acima. E dentre os que alí estavam, concordei com um. E noutro havia reclamação sobre “direitos” do funcionário.

E eu acho que , desrespeito de “direitos”, se discute na justiça do trabalho, desde que se registre a queixa . O resto é fofoca.

Publicado por: wilsonsenhorinho | 18 07 09

Novo comportamento= Jornal x Leitor

Vem a respeito de um artigo que li, dando conta que no Brasil e mesmo no mundo, os jornais estão passando por uma grande crise, ao ponto de alguns encerrarem suas atividades.

Realmente estamos vivendo essa realidade no Brasil e no mundo. Não sou estudioso do assunto. Opino apenas como viciado leitor de noticias, e só me atenho ao que me é permitido ler, jornais nativos.

Mas, aqui no Brasil, não será porque os jornais se transformaram hoje, mais que ontem, e amanhã será mais que hoje pelo andar da carruagem, em autênticos e apenas, interpretes da tendência político partidária dos seus proprietários? Onde os temas e assuntos são como “cartas” de sentimentos e interesses particulares do dono do jornal, – que outros, obrigatoriamente – por ele escrevem? O leitor hoje é outro, não o de um passado que lhe condicionava a ter que aceitar como verdade, uma única opinião, a do dono do jornal, quase sempre identificada e coincidente com de toda grande imprensa.  Não parece ser essa a insistente atitude de que o leitor continua o mesmo ignorante de ontem? Não se aperceberam que os tempos mudaram com a modernidade da internet. O leque se abriu, não mais se restringe á leitura de alguns jornais ou escuta de noticiários tradicionais. É grande, e rápido, e constante o universo de opiniões, que resgatou o cidadão de ouvir apenas uma parte da história.  São muitos os sites e blogs editados por jornalistas independentes que nos permitem conhecer as historias, sem manipulações. A internet resgatou-nos a cidadania do ler ou ouvir, e mais, de refletir sobre a informação que recebemos. Permite-nos deixar de ser mata-borrão (se lembra?) que recebe acumula e fica embebido para ser esponja, que recebe e pode ser espremida para expelir, jogar fora grande parte do que limpou, e assim podemos selecionar as informações recebidas e pensar, por nós mesmos, tirando nossas conclusões.  Hoje, por maior que seja o poder da comunicação escrita, televisiva ou falada , felizmente, já não pensam por nós. Se existe alguém que ainda se ilude, me lembro de Voltaire na narrativa da Historia de Jenni comparando o “ateu e o supersticioso”. … “o ateu é um homem inteligente que se engana, mas que pensa por si mesmo e pode ser curado; o supersticioso radical é um tolo brutal que nunca teve idéias, senão as dos outros; nunca se pode curar.”

 

Agora mesmo, vivenciamos essa crise porque passa o Senado brasileiro. Quase meio século se foi e só agora se descobre as escaramuças e “gozos” da familia Sarney.  Todos se jogaram à tarefa de defenestrar o  “criador” de  marimbondos  (de fogo, por cima) e tira-lo da presidencia do senado. E veja só quem disso se encarrega.  

1- É o sonho de toda imprensa que neste periodo da era Sarney viveu e comeu com ele. 

2-Dá uma torcida de 180 graus no pescoço, e vê se encontra senador de banho tomado (limpo), sem uma minima tiradinha de casca das benesses  “senatoriais”. Com certeza é coisa rara.

3-Artur Virgilio ? Réu confesso de um emprestimo de $10.000 dolares  do diretor geral do senado, um tal de Maia e que nunca pagou? Custeou tratamento de sua genitora as custas do poder publico de R$763 reais?  Custeou os estudos(se é que estudava mesmo) em Paris do filho de  seu amigo e acessor parlamentar  como  funcionario fantasma  do Senado?

4-Agripino Maia, primo do Maia diretor geral acusado de chefiar a gang no senado?

5-Tasso Jereisate, só viajava de jatinho ou de (heliodoro,segundo o agregado lá da roça)que é o mesmo que  helicoptero?

6-Tião Viana que “emprestou” seu celular prá filha usar às custas do senado?

7-e 8-e 9-e 10- e 11-e 70?

Só Sarney tá sujo? 

Você acompanhou tudo isso e mais pelos jornais? Tudo aí somente á possivel conhecer pela internet, foi onde eu lí e anotei. Os jornais estão comprometidos só em noticias se for para atingir o governo federal, aliás não, ao torneiro mecanico nordestino que preside que o  país.

 

Publicado por: wilsonsenhorinho | 17 06 09

HIPOCRISIA

A mente humana é uma máquina que roda sem parar. Roda tanto que às vezes se “estonteia” e, se não tiver, por pouco que seja um pingo de óleo de freio, atropela sua própria massa encefálica. E aí “obinubila” (ufa) a inteligência. Nisso, o individuo, dono dessa mente só vê defeito. Nos outros.  Principalmente se esse outro não lhe é simpático. E pior ainda, se adversário político, ou mesmo adepto. Aí, “cachorro doido” prá cima dele. Agora se o contrário, sendo político da sua cartilha é só, risos, por mais sem graça que seja a graça. E o mais interessante, como política é nuvem, sempre em movimento, aquele condenado de hoje já pode ter sido um seu grande correligionário, ontem. Interesse contrariado é uma merda.

 

 

 

HIPOCRISIA 

 

 

No horário de publicidade política gratuita, a vez agora é do PeSiDeBe. Mais uma vez prova-se o atordoamento que domina o partido que, se dizendo oposição, está perdido como cego em noite de tiroteio. Sem discurso pra apresentar o novo, recolhe-se a cutucar o passado, na busca de ciscos de uma sujeira que não foi adiante na punição dos envolvidos. E um deles é o atual senador mineiro Eduardo Azeredo do pesidebe. Até a historia do dólar na cueca, que, pelo que sabemos só restou a cueca, certamente grampeada numa folha de papel oficio, e juntada no processo. Tenho a impressão que nem vão abrir mais o calhamaço, pois certamente, para não interferir nas provas da peça, a guardaram da mesma maneira como a tiraram do seu “usuário”, sem lavar. Imagina o “cheiro” de uma cueca usada abafada e sem lavar a 2/3 anos?

Tem coisa mais nova que o pesidebe não divulgou como denúncia preocupante. A cassação do Cássio Cunha do partido, e governador da Paraíba; as denuncias contra a governadora também do pesidebe do Rio Grande do Sul e que o partido não tem permitido que se crie uma CPI, da mesma forma que o outro tucano de S.Paulo impede?

Quanta pobreza de conhecimento do que acontece no Brasil por parte daquela peça publicitária.  Devem ter pés de aço, com tanto tiro que levam no membro, (?) do “pé”.

A quem esperam enganar? Logo o baiano, que todos sabemos que o burro nasce morto? Bom, mas quem sabe, pode ter acontecido algum nascido com “cara de gente”.

 

Publicado por: wilsonsenhorinho | 08 06 09

SONHOS ? SIM…

Ultimamente tenho tido pouco tempo para registrar comentários neste blog. Certo que não tenho me descuidado de exercitar a memória, pois participo com alguns textos no Gicult, um blog aberto a quantos queiram interagir com suas opiniões e comentários sobre os mais variados assuntos ali expostos.

 

Pena que grande parte dos internautas se ocupa mais em “enviar recados”, ou melhor, “trocar recados”, como se ao telefone estivessem já que separados fisicamente, e, pelo que escrevem, ainda bem! E quando se trata de fatos da política, extravasam paixão e ódio na defesa dos seus gurus políticos. Ainda bem que a internet não é condutora de carga elétrica. Senão teria gente virando torresmo. O Gildasio se vê apertado com a difícil missão de mediador do blog. Não são raros ataques pessoais e desrespeitosos, no uso da linguagem para atingir as pessoas. É uma pena.  Seria melhor se não fosse assim.  

 

 

MUDANDO DE ASSUNTO

  

Outro dia ouvi um cidadão numa entrevista pela TV, repetir um velho e conhecido “ditado”:  “Sonho não enche barriga”.

Embora possa refletir uma realidade, de longeva história, e nela sempre nos apoiemos para encobrir uma desculpa, resolvi matutar e gastar neurônios pra me convencer do “dito”.

Aí comecei a pensar. Realmente sonho não enche barriga. Mas o sonho alimenta a esperança, alivia o espírito. Alegra o coração. Depois, não fomos criados apenas com o deposito da barriga, outro repositório que Deus nos deu, foi o coração. Por isso Jesus nos diz que: “onde estiver teu coração aí está o teu tesouro”. Por mais absurdo que sejam os projetos sonhados, pode não botar pão na mesa, mas “nem só de pão vive o homem”. Não é sonhar pra não viver “o agora”, não, mas vivendo “o agora” pra sonhar.  Pode até acontecer que você não viva para gozar seu sonho, tão grande que era. Mas, se dele (sonho) benefícios viriam, com certeza quem dele tirou proveito tornando-o realidade, nunca ofuscará o brilho do seu sonho. Pois jamais faltará alguém para lembrar-se do sonho que foi seu.

E da noticia da festa um anjo se encarregará.

Espírito aliviado, coração alegre, sem mais sonhos pra anunciar, você viverá o descanso dos justos, na certeza de que, valeu à pena “sonhar”.    

 

Então, vamos  SONHAR?

Publicado por: wilsonsenhorinho | 09 05 09

DIA DAS MÃES- A CÕR DA FLÕR

                                                                                                                                                                                                                                            

 Segundo domingo de maio, dia das mães. Como se todos os dias, não fossem, dias, delas. Mas é bom que haja esse muito especial, embora o apelo maior seja comercial. Como se a jóia, o perfume, o eletrodoméstico etc. mais caro ou mais barato dos presentes, pudesse, de alguma forma, resgatar tantas falhas nossas, que um coração generoso, nunca cobrou. Mas vá lá, que seja assim. Pelo menos ajuda a despertar em certos filhos, a necessidade de rever atitudes pra com uma mulher de coração sem medidas.  Hoje é Dia das Mães, de todas as Mães, pretas, brancas, ricas, pobres, da mesma cor do sangue que alimenta um coração que só pulsa amor, só pulsa perdão. Coração aberto ao bom, ao belo, á paciência nas noites insones pela doença do filho pequeno e, das tantas outras que a madureza da idade não foi suficiente para livrá-lo das armadilhas da vida, alimentado pela violência do mundo. Lá, pequenino, frágil, era seu dependente, cá crescido, maduro, é dependente dos vícios, das drogas, dos outros.  Mas é o filho de ontem, de hoje, de sempre. Da dor no parto, a alegria do primeiro choro para a vida, para o mundo, é filho.

 

Numa crônica de Humberto de Campos, que é verdadeira oração, eu li: “Mãe hoje é teu dia, é teu todo o meu coração. Esta casa de pecados santifica-se neste dia, com a tua presença. A capela fúnebre de minha alma se enfeita de rosas para o teu culto. Ajoelhado diante de ti, eu me confesso o pior dos filhos, da mais santa das mães. Deus te abençoe e te proteja minha mãe, como tens protegido a mim”.

De outro poeta aprendi que é um “dia Alegre” e “Triste”, de acordo com a cor do cravo ou da rosa de cada peito. Uns, trazem a flor rosa da alegria da mãe que ainda vive, outros o cravo branco da saudade da mãe que se foi. Pode ser dia das duas flores, mas acima de tudo da flor maior, mais bela do mundo. Flor que é sempre botão a abrir-se, perfumado e solene, quando fala ou lembra do filho que está, ou daquele que se foi. Na minha vida, por 70 anos, uma flor botão se abriu numa mulher, onde:

                      O silencio, viveu nela.

                      A humildade viveu nela.

                      A serenidade viveu nela.

                      A partilha viveu nela.

                      A generosidade viveu nela.

                      O AMOR sobrou, nela.

Era minha mãe, Sirene, Sira.  Hoje a minha flor no peito, é o cravo branco.

 

Publicado por: wilsonsenhorinho | 07 05 09

Jogando Conversa Fora

POLITICA   É O DIABO

 

 

Esse titulo me traz à lembrança o poeta, cronista e político baiano, jornalista Wilson Lins. Realmente, nada mais pode se dar ao luxo de tramar e engendrar artimanhas, criando os maiores enredos pra confundir o raciocínio de uma pessoa, do que o rabudo enxerido do Diabo.  Torce, retorce pinta e maquia com tanta arte e sutileza. É o mais astuto maquiador de fatos, perfil e imagens de gente. E tanto mais esmero com a política, que é feita de gente. É realmente o tinhoso, um apreciador arquiteto da infame tarefa de confundir. E o safado, expulso do paraíso, despencando lá de cima teve amortecida a queda (ainda tinha asas, pois era anjo) e foi acolhido numa comunidade de nome: “OS ELEITOS”. Logo coroado rei.

 

Essa digressão assim um tanto “enxofrada”, vem a propósito dos últimos acontecimentos de uma semana atropelada exatamente na área da política e na comunidade dos eleitos. Teve de tudo. Confusão, sutileza, artimanhas, enfim, tudo como o Diabo gosta. A história começa com a indicação a Procurador Geral do município do sério e competente advogado Mario Alves Filho. Vereadores em sessão da Câmara, não aceitaram a escolha. Dos onze presentes, cinco  votaram contra. Marinho foi rejeitado. Alegações. Os ínclitos representantes do povo, zelosos dos seus mandatos, como autênticos e intransigentes puritanos defensores e cumpridores da Lei, – e não podia ser diferente -, não “assimilaram” que a nomeação e posse no cargo, antecedesse à votação e aprovação pela egrégia Câmara, do nome do escolhido. Nesse “pecado” corrente, se resume o veto. Certo? Errado.

 

Registros da história: a) nunca ninguém indicado, fora rejeitado; b) todos foram indicados e empossados, bem antes de aprovados; c) que se invoque o testemunho de um, à época vereador beneficiado (a lei se “arrepiou”?) e que hoje, reeleito, não “assimilou” o desrespeito à lei, e dela, cumpridor zeloso, votou contrário à indicação.  Confunde ou não confunde?

 

Seguem-se os “adendos” ao ocorrido, com a repercussão à fala do deputado Leur Jr. Ele não aceita a posição tomada pelo vereador do PT, Vanderlei e defende o desligamento dos nomeados para vagas na prefeitura, por indicações do vereador. O palpite gerou um assanhamento e espirrou palpite pra todo lado. Com base ou sem base, dos que não se conformam porque não ficaram de outros que não entraram, dos inconformados porque perderam, dos que têm má vontade mesmo, etc.etc. E agora discutem (ação importante e valiosa) se os demitidos o serão por decisão de Luiz ou por exigência do Leur.

 

A engrenagem do sistema político no Brasil só funciona se o executivo contar com o legislativo. Um não vive sem o outro. E o eleitor (povo) que morra por inconseqüência dos dois. Então. Só com a maioria no legislativo um governo, governa. E maioria só se consegue formando-se uma base de aliados. E a base é formada pelos partidos. Surge o compromisso com um programa de governo. Ou é do governo, ou não é. Sendo do governo, vota nos atos do governo. Essa é a realidade em todos os níveis , federal, estadual e municipal.  Então não há nenhuma novidade em que o setor publico tenha em sua maior parte, indicação dos partidos que governam. Precisa ir longe não, ali, na prefeitura de Salvador, o PT foi “defenestrado” pelo prefeito por ter rompido com sua administração. Não se venha com afirmações que soam ridículas se disserem que não é assim. Não fosse o Luiz, mas outro o prefeito, seria a mesma coisa se não tivesse maioria na casa, principalmente, do voto que lhe seria fiel. Toda eleição, dia seguinte à posse, o critério é o mesmo. 55 anos de eleitor me autorizam a firmar isso. Só não acontece em paises de um partido só, único. Lá, na existência de outra agremiação política, nem sonhar pra indicar alguém, senão “créu”. Não há o mínimo perigo de não haver unanimidade nas votações.

Ali é que se dá o verdadeiro regime “familiar”. Aliás, nem toda família é tão fechada assim.

 

Todos os partidos, sem exceção, tem o mesmo propósito. Governar com os seus e indicar os seus. Os que comungam sua linha de pensamento e ação. Nem pode ser diferente. Do contrario pode acontecer dar-se asas a um “espião” deletério. Aí corre o perigo. O sigilo, já era. E esse tipo é pior do que aquele “que leva e traz”, porque só leva.

Como pode uma dona de casa, empregar no seu lar, a rapariga do esposo? Ou o marido empregar como mordomo  o “trenee massagista” da esposa ? Eles vão governar o que?  Só se for pra cultivar “chifres”.

 

O grande problema e dilema do país, é que todos os Partidos são “partidos”. Cada “pedaço” quer o seu quinhão.  Ás vezes até absurdamente desproporcional ao seu “quinhão” de voto, esse, é que vale (faltou pro Marinho). Pode até não ser o partido, mas o dono do voto ou quem nem tem voto.  O chato é que tem dois discursos para o eleitor. Um colorido, fazendo crer para o publico externo que não quer nada, e o outro (discurso), no cochicho escuro da comunidade dos “eleitos” babando pra chegar à hora de indicar.

 

Não sou nenhum expert ou cientista político, nem conselheiro, só curioso. Mas acho que o Luiz pode compor sua maioria no legislativo municipal. O PT é um partido com dois votos, deve interessar sim ao governo municipal, e juntar-se ao grupo já existente que apóia sua administração. É um partido que está no topo de dois governos, federal e estadual, e tem composto alianças para conseguir governar. E o resto, é, coerência e fidelidade. Sabe o que fico pensando, e aí entra o dedo, ou chifre, ou rabo do Demo, mas com certeza a “astúcia” do dito, torcendo pra que isso não ocorra. É um grande esforço para tentar reverter à máxima do Wilson Lins de que POLITICA É O DIABO e, vencer o DIABO NA POLITICA.

                                            Xxxxxxxxxxxxxx

 

OS: Só pra ficar claro. Se o indicado por incompetente não serve para a função, caneta nele. Que o partido tenha mais critério nas indicações.

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