- Hoje o Gicult, blog do professor Gildasio o mais ou, único atuante e participativo e democrático da cidade, cobrou dos internautas um maior cuidado nos comentários sobre os textos em discussão. Que todas as opiniões fossem emitidas e registradas, mas com um cuidado de não atingir gratuitamente as pessoas que não lhes fossem gratas, com palavras desrespeitosas e injuriosas. O internauta Adailton, dos mais ativos colaboradores do Blog, como sempre expondo com inteligencia sua opinião,Adanilton:
Praticamente você exprimiu, no seu comentário, quase tudo que o bom senso da razão sabe construir na partilha de uma manifestação equilibrada.
Sem dúvida, e os que gostam de se ater ao debate que um texto propõe, não entendem bem quando, num repente, saído do nada, como um carro ao desgoverno de um ébrio motorista, atropela e atinge um pacato, distraído e inocente transeunte em plena calçada.
Ali o verdugo é um monte de ferro irracional. Carro não pensa e o condutor a ele se equipara, se ambos bebem “álcool”. Aqui, no escrito, é um racional simplista do açoite verbalizado. Tudo pela liberdade de expressão é o grande patrimônio filho legitimo da democracia. Mas se atribuir a esse legado o direito de, pelo simples apego a instável preferência político/individual/partidária, é se fazer menor na sua inteligência e agredir a dos que a cultivam como um bem racional. E o pior é quando aos ataques pessoais chegam ao pobre desproposito e recorrem a “ofender a dignidade” expondo pessoas ao ridículo do “improvável” até aos mais fúteis que, um simples apelo à justiça pode complicar essa explosão de ódio. Nessa ação, pelo dito, reside o lampejo de um retorno, na conquista de um sonho eleitoral. Esquecem como dito “que o direito de um acaba quando começa o direito do outro”. - Grande e sábio Wilson, é sempre prazeroso aos meus olhos ler as suas colocações. Infelizmente um bom debate é totalmente desvirtuado por quem não tem condições de ser ator neste cenário, e, sempre entra com um “deboxe” (Desculpe-me o predicado vulgar)para fugir a um debate que não lhe é intímo. Aprendi nas ruas da nossa cidade que professor era PROFESSOR e escola era ACADEMIA DO SABER, lembro-me de meu velho ao dizer-me: ” Não tenho posses, mas vou deixar para todos voces(eramos 9) a educação e o saber.” Como eu agardeço ao meu pai por esse tesouro que só a morte irá trirar de mim. Wilson respeito voce, pela sua sapiência e porque os anos passados não lhe tiraram nada, muito pelo contrario deram-lhes mais entendimento e sabedoria.
Aceite meu respeito e minha mão sempre estendida para debater temas que só aos mestres é facultado o direito.
DESABAFO-Pobresa de argumentos-04/04/2010
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A NOVA LEI SECA-No transito
LEI SECA! No Transito
Talvez por causa da “obsessão” de parte da grande imprensa em “bombar” o governo Dilma, para atingir o torneiro nordestino e “ex”, ainda não encontrou tempo de debruçar, nem avaliar a decisão da Comissão de Constituição e Justiça do Senado. É que, de agora em diante, o motorista que dirigir sob o efeito do álcool no sangue comete crime, independente da quantidade ingerida.
Sem qualquer presunção de julgar-me competente para debater o problema, invoco o direito de sustentar-me numa certeza animadora de que “penso, logo existo”.
Assim sendo, palpito.
Depois, do que se anuncia, é possível de se imaginar as dificuldades que se tem de legislar, quando a opinião pública se manifesta contundente na cobrança da atuação do legislador. E se misturam pressa e emoção.
De fato, a situação da violência no transito no país, ultrapassa os limites da intolerância e respeito pela vida das pessoas. Mas será que está no quantitativo do álcool ingerido, que tanta gente morre (assassinada) no transito? Ou na falta de cumprimento da legislação que pune o infrator? Por que o bafômetro? Qual sua função? Ah! Para medir o nível do álcool no sangue. Uai, existe um limite? Então, é cientifico ou não, que até aquele limite não se está “sob o efeito do álcool”, e então nada impede alguém de estar ao volante de um carro? De qualquer forma, o bafômetro continuará existindo para comprovar que o motorista está “enxuto”, ou não.
Agora, se ele fizer uso da medicina Homeopática que na composição de algumas receitas faz uso do álcool, o própolis, por exemplo, e um comedor inveterado de “saladas” (me incluo), regada no azeite e no vinagre de vinho tinto ou o vinagre de álcool ? Serão proibidos o uso nas saladas?
È indiscutível providencias punitivas para os irresponsáveis alcoolizados ao volante. A meu ver, o grande problema está nas mais variadas tangentes para se fugir da punição ao infrator. Muitas até sem respaldo nos escaninhos da lei, mas asseguradas pelos padrinhos protetores, em todos os níveis de poder.
Imagino que muita coisa ainda vai mudar, e precisa mudar. Que não seja só no “volume, quantidade ou nível” , mas sobretudo no cumprimento da Lei.
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JEQUIÉ PELA PAZ
Amanhã Jequié se mobilizará, com o seu povo convidado a participar de uma caminhada pelas ruas da cidade, nesse anseio de toda comunidade na conquista da PAZ. Sem duvida, hoje, um artigo de luxo, que desafia gentes e poderes.
Por nenhum decreto a Paz pode ser estabelecida. Se assim fosse, mesmo sem impor, nos bastariam os dez mandamentos escritos numa pedra, ditados pelo Criador do universo.
A Paz, na minha pobre interpretação, nunca será instituída pela razão simplesmente. O homem criado pensante, inteligente para escolher, por vezes age por impulso e até antagonismos, que “a própria razão desconhece”.
A PAZ é anelo do coração. Só ali nasce fecundada e frutificante para compartilhá-la se cada um abrir o coração para o outro. Por isso mesmo que todos, sem exceção devemos estar envolvidos, juntando desejos e vontades de contrui-la. Não é o monologo, a repulsa, mas quem sabe, apenas de um simples olhar. Um gesto sem soberba, mas puro e inspirador de Amor.
Não me acostumei com uma publicidade de uma marca de veiculo na televisão, um motorista tendo seu carro enguiçado por falta de combustível, pede carona, retorna com a gasolina, e se dirige ao seu “usado” automóvel e dá-lhe um banho com a gasolina e toca fogo. Ficara embevecido com o carro da “carona”. Pura violência esse “gesto” na televisão. É uma poderosa indústria automobilística. Isso induz a PAZ?
PAZ exige a exclusão do ódio, da raiva, do preconceito, do interesse contrariado.
Participemos todos desse poderoso movimento, pela PAZ, hoje não só privilegio de nossa cidade, vai alem fronteiras. “O mundo sofre as dores do parto”. Aquela dor do evangelho, que depois que passa prospera a alegria. Tenhamos consciência que só quem tem Paz, produz PAZ.
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Salve Maria-Padroeira do Brasil-
Hoje é um grande dia para os que, como eu, reconhecem Maria como grande intercessora. Na minha vida então minha gente, não sei o porque de tanto prestigio. Daí que gostaria de render-lhe uma homenagem partida de um coração reconhecido ao imenso Amôr de MÃE.
E hoje encontrei um texto que gostaria de compartilhar com vocês, e espero que se alegrem e conheçam a historia dessa Maria aparecida , padroeira do Brasil, e nossa Mãe querida.
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“Padroeira do Brasil
A história é bastante conhecida. O conde de Assumar, D. Pedro de Almeida e Portugal, governador da capitania, ao fazer uma viagem para o interior, em direção à terra das Minas, passa pelo vale do Paraíba.Ao chegar em Guaratinguetá (SP), nas cercanias da atual cidade de Aparecida, se faz necessária a preparação de um banquete para toda a comitiva. Alguns pescadores, depois de várias tentativas infrutíferas, continuam lançando suas redes no rio Paraíba do sul no afã de buscar o pescado para a mesa de sua excelência.Puxam a rede, mas é só desilusão: não há um peixe sequer, apenas a sujeira habitual do fundo do rio. Em determinado lance, em meio à sujeira na rede, os pescadores percebem algo pequenino que lhes chamou particularmente a atenção: era o corpo de uma estátua. Via-se claramente que era a imagem de uma santa. Por respeito, resolvem guardar o fragmento no fundo do barco envolvido num lenço. Afinal a Igreja ensinava que era preciso dar um fim adequado às imagens religiosas, mesmo quando quebradas. Lançam as redes mais uma vez. Desta vez, fato deveras intrigante, percebem algo um pouco menor: era a cabeça da mesma estátua.Em seguida, ao lançar as redes mais uma vez, encontram uma superabundância de peixes. Isso só podia ser um sinal dos céus: aquela estatuazinha da Virgem apareceu-lhes, eles pobres trabalhadores, para lhes conceder alguma graça e algum consolo. A estátua é prontamente recolhida e levada carinhosamente para a casa dos pescadores, onde é colocada num pequeno oratório, tornando-se o centro do afeto das famílias daquela localidade.Depois de tantos anos, a estátua enegrecida pelo fumo de tantas velas acendidas pelos devotos, se tornará nacionalmente conhecida pelo nome ligado ao evento de sua origem: Nossa Senhora de Aparecida. Em linhas gerais, esta é a história dos inícios e que foi contada de geração em geração. Algo semelhante havia ocorrido alguns séculos antes no México: lá, a Virgem aparece também a um pobre índio, e sua aparição, conhecida como Nossa Senhora de Guadalupe, está marcada por elementos que dialogaram profundamente com a cultura indígena, oprimida pela colonização de entã Curiosamente, também o fato da aparição da Imaculada Conceição Aparecida, trará consigo elementos que dialogaram com as várias culturas presentes no Brasil de ontem e de hoje. Da mesma forma como a mãe amorosa que tem muitos filhos, e deve lidar com a índole de cada um de forma diferenciada, no Brasil, a Virgem de Aparecida se mostrará ao seu povo com características tais, que cada cultura que compôs inicialmente o povo brasileiro provavelmente pôde enxergar elementos de identificação próprios, encontrando um particular consolo maternal na Virgem.Nesse sentido, ao pensarmos na sociedade colonial, talvez os negros escravos encontrassem na Virgem negra uma consolação e uma proximidade tal, que só uma mãe negra poderia oferecer. Os índios, por outro lado, talvez vissem nessa Mãe surgida das águas do rio, uma linguagem evocativa de seus grandes mitos, como aquele de Iara, a Senhora d’água. Os brancos portugueses viam provavelmente nessa Senhora também a figura de suas mães brancas, presas numa pátria longínqua. Dessas percepções particulares, se fez mais fácil a compreensão de Maria, a Mãe do Senhor e nossa Mãe. Desde sua aparição, no início do século XVIII, Nossa Senhora de Aparecida continua consolando seu povo e intercedendo junto a Deus por nós: “Se ganhei as tuas boas graças, ó rei, e se for de teu agrado, concede-me a vida – eis o meu pedido! – e a vida do meu povo – eis o meu desejo!” (Est.7,13). Assim como a estátua encontrada no fundo do rio, a segunda leitura do livro do Apocalipse, nos traz a imagem da mulher que está para ser submersa por um rio de água vomitado por uma serpente (v. 15). Essa imagem nos lembra como há sempre a possibilidade de algo querer submergir a mulher, imagem da Igreja, por causa do menino ao qual ela trazia no ventre e ao qual dera à luz. Analogamente, assim como a terra veio em socorro da mulher (Ap.12,15), a estátua da Virgem está hoje conservada na basílica nacional de Aparecida, construída no alto de um morro, onde todos os seus filhos podem desfrutar de sua consolação maternal; encontrando aí, por meio de sua intercessão, a alegria da vida. De fato, é o que encontramos no Evangelho do dia: pela intercessão da Mãe, a água, símbolo de nossa vida oprimida pelo pecado, torna-se vinho fino, símbolo inebriante da alegria da vida eterna concedida a nós gratuitamente pelo Cristo Senhor. Aqui queremos lembrar do artista sacro Cláudio Pastro, que com sua vida e seus trabalhos artísticos – especialmente na casa da Mãe Aparecida – nos brindou com a alegria da beleza, ajudando-nos a compreender o mistério de amor de um Deus, beleza por excelência, que se inclina até a humanidade, obra de suas mãos, e “se encanta com a sua beleza” (Salmo–44). Hoje, no dia de nossa Mãe Aparecida, enquanto pai e professor, me permito lembrar particularmente de todas as famílias, de todas ascrianças e de meus queridos alunos de teologia: para que ao olharmos o exemplo de nossa Mãe, possamos todos aprender a amar e a servir ao bem maior.”
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Ensaiando o retorno
Estou sentindo saudades de curtir certos desabafos neste blog. O tempo passou e já vai longe da ultima vez que ”pintei“ algumas palavras por aqui. Falta de tempo não é, pois tempo é preferência. Memoria sem soluçar, também não é. Falta de assunto, nem pensar, tem sobrando de todos os lados. E posso até dar exemplo de um, pra não acumular com outros.
Vou partilhar com vocês, num desabafo porque pode acontecer que seja eu o único que pensa assim. É uma critica a uma peça publicitaria . Voçês que assistem televisão, com certeza já viram .
É aquela em que aparecem, possíveis recrutas – pois essa é a idéia do anuncio – em que reunidos e empertigados os jovens respondem ao comando de um militar, com um sonoro e altivo “sim senhor”. Pois bem, reparem no interrogatório, as perguntas feitas e as respostas , e meditem comigo. Aquela turma vai se alistar, e pelo que a gente sabe tem alguma instrução e são maiores de 18 anos pra receber um certificado e não saber “o que fazer ?” com ele, e ainda confirmar que´”é muito simples senhor”, depois de cobrado pelo instrutor. do local para comparecer.
Só se mudou a maneira de alistar-se, pois não consta que de posse do “papel” tem que se apresentar em algum quartel, “ perfilar-se” para se instruir e , ai sim, legalizar o recrutamento e prestar o serviço militar.
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POLITICA
Está começando a esquentar a área politica da cidade, com as eleições municipais que se aproximam. E como sempre, sem muitas novidades, seja dos partidos, como dos pretendentes aos cargos eletivos. Quem executa, prefeito e quem legisla, vereador. No meio dos atletas desse jogo, os espectadores , mais precisamente o eleitor, dono da mais preciosa , e poderosa arma de um cidadão consciente, o VOTO.
Ah! o voto, que se apequena, se encolhe, se corrompe, se vende, se troca, se, se, se, …. Epa! paro no escutar de um grito: “quem grita ? , pergunto, a resposta vem firme, forte com um eco de revolta :
“Sou Eu, O VOTO “ e rispidamente completa : “alto lá, eu sou instrumento de QUEM ME USA.“
Silenciei. Que posso fazer, pela confusão e inversão de valores que fiz senão dizer, constrangido e com vergonha :
PERDÃO SENHOR VOTO !
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A DESCOBERTA DO SERRA
Não resisti e tive que comentar essa conversa do Serra na sua propaganda pela tv. Por isso deixei de lado alguns afazeres para registrar o que penso a respeito.
“Interessante a propaganda do Serra, na sua afirmativa de que “está nascendo um novo Brasil, isso se sente no olhar e nos seus contatos com as pessoas por onde tem andado”.
É trágica senão cômica essa confissão de um candidato a presidência, e tão retardado (?) nessa descoberta agora, quando começa a fazer uma rara experiência de andar no meio do povo, que nosso Brasil mudou de feição e renasce das cinzas de um passado que ele, Serra, esteve tão presente, já que se anuncia aquele que já foi tudo como administrador competente.
O que estarrece é que o mundo inteiro, mas inteiro mesmo, na fala dos seus dirigentes e órgãos internacionais conceituados, há alguns anos vem exaltando o Brasil como um exemplo a ser seguido.
Um país que se tornou respeitado como nação, independente nas suas ações políticas, administrativas, econômicas, destravado da influencia de um FMI, que hoje é nosso devedor. Um país que assombra o mundo por ter conseguido que um torneiro mecânico nordestino, sem diploma de “doutor” concebeu conciliar crescimento com distribuição de renda, abrindo novas oportunidades para que 27 milhões escapassem do poço da miséria e 32 milhões se integrassem á classe media.
Só o Serra não viu. Tão anunciado como ilustrado, não leu jornais. Só bebeu conhecimento do país, nas páginas injetoras de peçanha da grande família dos jornalões e revistas nativas. E agora tira a mascara para exaltar um novo Brasil. É tão grande a sua insidiosa prepotência, que tenta iludir e menosprezar a inteligência do povo brasileiro, certamente dos mais humildes, que tudo ocorreu porque ele, só em ser candidato, um “Brasil novo está nascendo”. É muita cara de páu, e sem verniz.
É digno de pena o Serra, completamente ignorante de um país do tempo Lula, que cresce e alegra seu povo, principalmente aqueles que vivem uma nova vida que só lhes passava nos sonhos da geladeira, televisão, computador, fogão, filho na universidade, viagem de avião e, mais que tudo, uma casa própria.Esse é o homem que não conhece o país, não viu o tempo passar, recolhido nas urdições de esquemas, os mais mesquinhos que pudessem levá-lo a desregulamentar esse país como fizera antes junto com FHC, impedindo um povo dessa verdadeira descoberta da formula de ser feliz.
Viva o BRASIL, que o povo ajudou a mudar (serra nãoviu).Viva o povo brasileiro, alegre na redobrada esperança que as conquistas continuarão com DILMA PRESIDENTE.
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Da Polemica a Polemica
Tenho resistido a dar uma maior assistência a este blog despretensioso. Sinto-me em divida com ele. Hoje resolvi maltrata-lo, pra não perder o costume. Alíás, mais sinto falta dele que ele de mim.
Acontece que está havendo nos festejos juninos deste ano, uma orquestrada conspiração, nascida no descontentamento de interesses contrariados, só pode ser, de alguns setores de comunicação. Tem gente que não sabe distinguir o que não lhe sendo favorável, torna-se menos favorável ainda pra cidade e mistura alho com bugalhos. E tome politiquice. É triste. Tudo por causa do nome temático do “São João Xangô Menino”. E cada um se cuida de buscar opinar nas mais variadas explicações do seu significado. Algumas “cabidas” e outras “descabidas”. Hoje me deparei com um texto articuladissimo de uma literata. Era condenatório aos que não se conformavam com o “Xangô” do tema junino. Mas não me contive com a afirmativa da articulista num dos parágrafos , daí ousei com as linhas abaixo:
Da polêmica a polêmica ( 1 )
Aprendi quando criança na fala dos meus avós, que “panela” que muito mexe, fede”.
E a sabedoria do passado atualiza o presente. O anuncio antecipado de que este blog apresentaria um texto a respeito da polêmica do São João “Xangô” menino, ao concretizar-se, mexeu a panela e borbulhou uma nova polêmica. Tão ou mais preconceituosa que a do texto explicativo buscou condenar.
Não tendo o luzeiro dos títulos e conhecimentos, por isso, desculpando-me da ignorância desse fato, me permito apenas emitir opinião do que, no meu entendimento não posso concordar. Ilustre mestra dizer que:
“O sentido dado pelos colonizadores à história africana é mítica, como o mito para eles faz parte do que é inferior, menor, é considerada mentira, como se a história do grande Jesus Cristo também não fosse um mito. É importante saber que mito é entendido como história oral, modelo exemplar, como é o mito do Sàngó e de Jesus Cristo”
Permita-me utilizar o socorro do meu envelhecido “Lello”:
MITO- (do Gr.mythos, fábula) Passagem ou particularidades dos tempos fabulosos ou heróicos: ou mitos da Grécia. Tradição que, sob a forma de alegoria, diz respeito a um grande acontecimento natural, histórico ou filosófico. Fig. Coisa inacreditável. Fabulosa.
Não só minha curta inteligência, mas a historia da humanidade nos registros de papiros e outros acentos formadores da tradição cristã, recusam admitir que o “grande Jesus Cristo,” gerado no ventre de uma mulher, pregado numa cruz, sepultado e ressuscitado seja um MITO (alegoria, uma fábula) Não se encontra na imaginação do homem. É REAL. Como reza o credo niceno constantinopolitano- GERADO, NÃO CRIADO.
Quanto a “Sàngó”, a assertiva é da ilustre Mestra. Que conhece a história.
Tenha a certeza do meu respeito mais profundo.”
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Polemica – (2)
É a praça Ruy Barbosa com enfeite colorido de branco e vermelho. Um absurdo pelos mesmos críticos. A fase dizem, é do verde e amarelo da seleção de futebol na copa do mundo.
Ora, a cidade tá toda “embandeirolada” de verde e amarelo. Ocorre gente, que ali na praça, está montada uma “VILA JUNINA”, o tema é São João. Depois é fácil entender-se que o São João não coincide com a copa, mas o contrario, a copa é que coincide com o São João que é de todo ano, a copa de 4 em 4. Que se mude a copa!…( AH!AH!)
Você ouviu alguma critica ou revolta para o colorido da Vila Junina em Vitoria da Conquista?
Feliz São João, uma das festas mais populares, simplória, pés no chão, colorida, rica de sabores nos produtos do pródigo milho, do licor de jenipapo, do inimitável e insaciável amendoim, do calor da fogueira e do malabarismo dos fogos. São João de todas as cores e adornos, de todos os risos, das vestes remendadas, da alegria sem idade do sertanejo sem medo.
FELIZ E MODERADO SÃO JOÃO.
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PENSOU EM DESEQUILIBRADOS ?
Estes foram dias de muita movimentação de noticiários os mais diversos. Resolví participar nos que me fossem possível externar minha opinião. Daí resolvi registrar por aqui.
1-) No blog Gicult, onde sempre opino, falou-se muito sobre a tragédia dos “Nardonis”, da garotinha que, segundo a perícia, depois de esganada pela madrasta foi atirada do sexto andar pelo próprio pai. As opiniões as mais diversas, como morosidade da justiça, as brechas da lei que podem diminuir as penas, o beneficio do cumprimento da penas em regime vigiado/assistido etc. Mas alguns exacerbaram nas formas variadas de punição até com pena de morte.
Então deixei minha opinião registrada. Assim:
Amiga Dalva:
Nossas leis já são criadas realmente com vícios. Tem legislador, que só pensa naquilo, na ocasião de implantá-las, criar válvulas de escape. Você tem toda razão. Só que Lei, é Lei. O que não sou favorável é com a implantação da Pena de Morte, não só por convicção religiosa, mas também o grande risco do mau uso dessa pena. Sinceramente não tenho percebido que o extremo dessa punição tenha contribuído por amenizar os crimes. Não sei, mas nenhum povo tem exercitado os mais estúpidos crimes do que os praticados nos Estados Unidos, que em alguns estados é adotada a Pena de Morte.
A vida é um precioso dom de Deus, tem seu sopro, e você sabe. Depois um Estado com o SUS que gasta pra curar e salvar vidas, é contrastante que mate. Aí nos lembramos daquela história do tempo de nossos avós, de João e Maria e o dedo debaixo da porta.
2)
Então um internauta, à sua maneira, contestou afirmando ser favorável à pena de morte e, se encantava com o Antigo Testamento, e achava divino aquela barbaridade de ódio e raiva, e se deliciava, pelo que suponho, que fosse legalizado aquele tipo de punição. Veja a alegria do internauta Luiz Tavares:
-”Wilson, por convicção religiosa sou a favor da pena de morte. Da Bíblia, o que eu gosto mais de ler é o Velho Testamento. É uma matança só. Já imaginou a queixada de um burro nas mãos de Sansão? Eu imagino isso todo dia. Nitidamente vejo um campo de batalha com os filisteus ensanguentados. Já leu a história dos Macabeus sob a liderança de Matatias? É simplesmente divino. Seus inimigos trespassados pelas lanças. Isso é divino demais”.
Como ele citou meu nome, resolvi responder:
Prezado e destemido Luiz:
Apenas porque você se permitiu, e foi prazeroso pra mim a leitura do meu texto.
Por convicção e consciência, nunca discuto preferências. E não seria quem, como eu, afirmando “convicção religiosa” assim não procedesse. Sou cultor de uma afirmativa do grande doutor da Igreja Católica, Santo Agostinho: “O Novo testamento se esconde no Antigo, e o Antigo se esclarece no NOVO”.
Por isso, lá em Eclesiástico (O Siracides) capitulo 15, muito rico, donde retiro um versículo especial para o momento: 15,14 “No principio Ele (DEUS) fez o homem e o deixou entregue a seu próprio arbítrio.”
E o homem é: Inteligência (dotado de razão); Vontade (decide entre o bem e o mal); Liberdade (livre de agir). E por isso mesmo, pode se dar ao “divino prazer”, se assim for, de escolher o deus que lhe for proveitoso. Desculpe-me e perdoe se não captei o seu espírito jocoso. É que Deus, é Deus…
3-)
Um outro internauta, Adanilton, se interrogava para encontrar um significado no vernáculo que pudesse traduzir bem uma tragédia como aquela. E não encontrava. É dificil, sim , mas no fundo o problema tá no homem. Porque?
Ódio? Raiva? Certo? Errado? Estupidez?
Tenho pra mim que a grande dificuldade não está em se conseguir explicar o significado da palavra, a etimologia nos faz alcançar a profundeza da sua raiz. O que é infinito e se esconde num poço, sem fundo, e não há exagero se disser inalcançável é o sentir da natureza humana. Aquele guardado a sete chaves, “incopiável e inxerocável”. Às vezes surpreende essa criatura tão amada de Deus que num repente, sufoca o pensar e a razão. É como se um vulcão adormecido quisesse ver-se livre das lavas acumuladas. E quando isso acontece, é tragédia na certa.
E essa não deixa de ser uma tragédia difícil de descobrir “… o que leva em consideração a questão de ação e reação do homem?”
Estamos vivendo momentos desafiadores num mundo de tanta e fácil comunicação. Que tanto se fala de Deus. E nunca tem sido tão desproporcional a facilidade de se banalizar a vida. Assusta que se conheça “de um Pai um sentimento mórbido que chegue a torturar uma filha.” Mas a tragédia não se contenta. É também filho matando Pai. Neto matando avós, sogra matando nora. São casos tão recentes. É curto espaço e pouco papel se dela, tragédia, tivermos que relatar. E o pior, que já esteve mais longe, hoje ta tão próxima.
“Se eles (os Nardonis) são realmente culpados devem pagar caro, caso contrário quem seria o culpado?”. Isso lí de um amigo Adanilton a respeito do caso. E eu concordo, pagar caro, aqui mesmo, sem lhes tirar a vida. O Estado pune, não lhe é dado o direito de tirar a vida. Aliás, a ninguém.
Agora, reação do pensar e do agir da “turba” embevecida e animada por um espetáculo, não é novidade. Tem gente que adora tragédia, dos outros, que até disputa vaga numa fila desde que , o morto, tenha sido “agraciado” com a deformação da violência. Quanto maior, vale pagar vaga na fila. Do interior desses, são lavas liberadas.
Mudemos agora de assunto. Deparei-me com uma entrevista do Ciro Gomes, que pretende ser candidato a presidente . Cada dia nas suas incursões na mídia, se tem a impressão que ele quer passar a imagem de um “ ILUMINADO, PREDESTINADO, INSUSPEITO e IMACULADO” candidato a presidente ELE PRÓPRIO, e a ultima chance do brasileiro, porque depois disso, é O FIM.
Confesso que sou um tanto assustado com o Ciro. Pela sua postura ou impostura de muita braveza e destemor, me faz recordar de um alagoano, também bom de papo valente, caçador de marajás, pra no fim dar no que deu. O Collor. Se fechar os olhos e aguçar os ouvidos e pedir que outro leia (o timbre da voz de cada um é inconfundível) alguns pronunciamentos de alguns capítulos do “papo” do Cearense, é o mesmo som do mesmo martelo alagoano. Inteligente como ele só, não é nem a favor nem contra Lula, mas, muito pelo contrário.
O Ciro dá-me a impressão que faz um desesperado esforço, prá ele mesmo se convencer da capacidade de promover, como super-homem invencível, as mudanças de postura dos nossos “cândidos e mutáveis” parlamentares, tão ávidos por se converterem a uma vida nova, sem pecados. E para tanto, o Ciro anuncia com toda embófia seu sonhado e almejado desejo que :
“seria uma tarefa gratificante, quebrar a hegemonia paulista do PSDB e sem derrotar ninguém, só articulando.”
E aí, o grande final. Anuncia o grupo com poder total, sem nenhuma necessidade de entabular negociação política partidária, nem realizar acordos com o parlamento brasileiro. TOUCHET…
“EU, AECIO, TASSO (tenho jatinho porque posso), e ALCKMIN (chuchu).”
Só gente nova, sem vícios, como políticos. Não é de se assustar, o Ciro?
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A história Ontem. E Hoje. Mas tem Amanhã.
A gente na medida em que o tempo passa, isto é, chegamos ao que denominam “terceira idade” e agora mais recentemente “melhor idade” (confesso que não decidi em qual me incluir), o certo é que to ficando veio, mas UTIL, a memória, mesmo que se canse, ainda continua sem “colar as placas”. Vez em quando opera o que costumo chamar de “soluços da memória”! Pois bem, agora mesmo, de uma estante pequena, companheira de alguns anos e reformada através de um “BO” que costumo praticar (não só por economia, mas também por amizade reconhecida ao que me é útil), retirei ao acaso o volume 28 (Trinta anos de discursos acadêmicos), das obras do apaixonante cronista brasileiro Humberto de Campos. São páginas memoráveis proferidas pelos seus membros na Academia Brasileira de Letras desde sua fundação 1897 até 1927. Estou rememorando, pois em nov. de 2005 já o lera. E também ao acaso, abri na pagina 75, num discurso proferido por Souza Bandeira, jurisconsulto e publicista. Dos tópicos distribuídos por vários assuntos ali tratados, um em especial me chamara a atenção, que até grifei e anotei na margem “100 anos passados”). Hoje 105, pois a peça oratória data de AGO. de 1905.
E nós com isso? (se é que alguém esteja gastando seu tempo em ler este “escrito”) deve estar se perguntando.
Embora o tempo, nada mais atual na minha “memória” dessa “história”. Principalmente para uma reflexão nesse tempo de eleição e tragédias.
Vai falar, no silencio do escrito, SOUZA BANDEIRA:
“A MISSÃO DOS NOVOS”
“Compete às novas camadas a difícil missão de regenerar a humanidade sofredora. As nossas mesquinhas dissenções hão de desaparecer, as doutrinas que hoje damos como verdades assentadas hão de figurar como simples recordações históricas. A posteridade, porem, aproveitando dos nossos erros, corrigindo os excessos das nossas impaciências, dissipando os nossos temores, alcançará a época em que crenças mais consoladoras surgirão sobre os destroços das nossas dolorosas negações.
E porque muitos anos passarão ainda sobre a horrível anarquia em que nos debatemos não nos será dado a nós contemplar de perto o advento da nova era. Preparemos, porém, a geração que ora surge para a decisiva função social que lhe está destinada. Perpetuemos nos filhos o sentimento da solidariedade humana, ensinando-lhes a zelar, como precioso patrimônio, as tradições dos antepassados. Inoculemos-lhes o austero sentimento da justiça, a nítida idéia da pátria, os nobres estímulos do caráter.
Cumprido este dever supremo, poderemos desde já nos consolar, antevendo, nas frontes juvenis dos nossos descendentes, o longínquo despontar da aurora que surgirá no futuro”.
Alguma pergunta? Eu tenho.
Vivesse ainda hoje (a vida eterna só depois que se morre), qual seria seu novo discurso: exultante por estar contemplando a nova era? ; triste porque não soube a posteridade corrigir os excessos da impaciência, dos temores?; os filhos se perpetuam no “bom” das tradições dos antepassados, na justiça, solidariedade, zelo da pátria e do caráter? Claro que não se pode generalizar o não aproveitamento dessa herança benigna. Mas…
Sinceramente, sabe o que acho? Eu…
“Ó véi, eu disse que muitos anos passarão ainda, e não falei qual a geração dos nossos dependentes e ainda finalizei com o longínquo despertar de uma nova aurora, no futuro. E o futuro, você deve saber que a Deus pertence. Ou não sabe? Palavra de Souza Bandeira Viu?”
È seu Bandeira, eu sei, e por isso não tenho o direito, como cristão de não ter Esperança no cumprimento da sua profecia.
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Miscelania- Palpites
1 -Por causa de um comentário no Gicult quando um internauta a titulo de criticar a Cultua de Jequié, aliás menosprezar nossa cultura de ricas personagens aqui nascidas e que transcenderam nossas fronteiras nas letras, como Wally e Jorge Salomão, Emerson Pinto, Vera Lucia Martins, Humbertinho Marioti, Pacifico Ribeiro, Natur de Assis, Wlson Novais e em outras tantas artes como pintura e escultura, artezanatos: Dicinho, Edinizio e muitos mais. É realmente não conhecer a história de Jequié, ou má vontade mesmo. E aí me pisa no calo.
Da serie: “Amor por JEQUIÉ, acima de tudo”.
Na modéstia de um jequieense amante inveterado dessa linda e acolhedora Senhora por quem, – mesmo sem os títulos que poderiam quem sabe como, me outorgar prestigio - serei um incorrigível combatente na exaltação da sua figura de cidade “quente” de AMÔR sem escolhas.
Ela sabe, e sempre que possível lhe tenho assegurado, que do seu passado, só não quero avivar na memória o que não contribuiu para sua grandeza, embora faça parte sim, da sua história. E é um indutor de correção. Aliás, isso não é um privilégio meu, é com certeza de quem pensa.
Mas o de bom que nele, se produziu, ah! esquecer, jamais. É lembrar, sempre.
Quem não exercita a memória e dela não faz uso, contribui para se esquecer a história. Então não exagero se disser que sem memória não tem história.
E tu querida Senhora, tens histórias lindas, nas lembranças dos teus filhos ilustres e dos que por ti, derramaram suor e lágrimas, mesmo vindo de outras paragens.
Mas não fiques triste minha Senhora. No hoje da tua historia frutificam filhos teus, ricos de inteligência como ontem, e capazes, dispostos a servir-te na simplicidade dos que amam com AMÔR, sem afetação.
Como diz Voltaire: “Amar com a segurança da inocência”.
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2 -Tambem no Gicult um texto de Rosely Sayão a respeito das mudanças de convivencia de pais separados e criam seus filhos, sozinhos. E ela pode verificar agora no peiodo de ferias. Mas pondera que, apesar das mudanças as crianças ainda sofrem com a separação. E admite que está faltando maturidade para se casar, ter filhos e principalmente se separar. Achei interessante e voce pode acompanhar no blog do Gicult de hoje.
Muito bom este texto. Sem “emocionalismo do partidarismo”. Quem tem razão? Quem é melhor ou pior? Sobretudo há um grande defeito de gente palpiteira dos dramas alheios, mesmo sem ter dormido na mesma cama. E toma partido. Fica, do lado da mãe ou do lado do pai, pronto. Nunca teve tempo para pensar no “fruto” dos dois: a criança. O mais atingido, principalmente quando começa a pensar.
Hoje em função de tantos avanços precisamos, urgentemente reagir a essa banalização modernista de querer achar a Família um “elo perdido”.
Não me parece fora de propósito a afirmativa de Rosely, que muita coisa tem a ver com “maturidade”. Aliás, não é uma coisa nova, só que hoje, tem muito “achismo no modernismo”. E tudo em nome dos avanços da sociedade. A valorização do matrimonio “indissolúvel” hoje, só pros retrogrados, dizem, é coisa da bíblia, ficou pra trás. Deus não evoluiu, isso era pro tempo D’Ele, os tempos são outros. É o progresso, ELE tem que se adaptar, “bicho”. É muita pretensão corrigir DEUS. Não sei quando se vai descobrir, aliás aceitar que tudo passa, sim, só ELE é eterno e imutável.
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3 -Agora, devem ter lido e mais que isto, viram uma foto do Ministro da Defesa do Brasil Nelson Jobim em fardamento militar de campanha indo para o Haiti. Aliás anteriormente com o mesmo traje, deixou-se fotografar altaneiro segurando a cabeça de uma “ cobra” Sucuri. (Não sei se morta, não vi o páu)
Não sei, me parece que o cargo de Ministro deve ser exercido por um civil, pelo menos foi assim que aprendemos.
Não bastasse a tragédia que se abateu sobre o povo do Haiti, que pelo seu sofrimento consome lágrimas do mundo inteiro, tivemos que assistir à trágica aparição do ministro da Defesa Nelson Jobim paramentado como se esse fosse o traje costumeiro de sua vida de “militar”. (?)
Será esse o consolo midiatico do seu “sonho de consumo”. Ridículo, não?
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